15 de junho de 2012

País, que país… Eu sempre quis…

Por José Carlos Paiva Bruno (OABRJ 73304)
Foto: Internet 

Vida é trajeto, se curvo ou se reto, trajeto…
Assim acordar de peteleco, repeteco?
Liberdade do feto, fruto do afeto, doce de teto…
Quero mais desse treco, gol de boteco…

Cantando na chuva, perambulando na rua,
Nua a direção continua… Nua e crua…
Prosseguindo situa, quase criadamuda…
Você pode perder aqui, mas tentar ganhar adiante!

Radiante, só saberá se continuar…
Neste instante, irradia e cria, recria fantasia…
Transforma o que projeta, sendo curva ou reta,
Pátria nossa meta, que tudo afeta, afeição de festa!

Gota de orvalho; coalho de talho-doce…
Chacoalho espumas de águas, folha chocalho,
Mel de malho, olho-de-boi selando atalho…
Dama de copas, feiticeira do baralho!

Quais duelos ergonômicos, ergástulos cômicos…
Dispendiosos econômicos duma despensa farta,
Químicas culinárias em temperos lendários,
Fadas e fotos do país maravilhoso…

Travessia do espelho, garimpo cigano jogo,
Tudo está na mente, nova carta tente;
Túnel do tempo, vento invento, invente…
Basta sorrir, basta ser crente…

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