27 de julho de 2021

Registros culturais nas memórias dos livros

Academia Maribondense de Letras, Artes e Culturas

 

Registros culturais nas memórias dos livros

Registros culturais nas memórias dos livros
Por André  Floriano

“Se você não ler de onde vem seu saber?”, dizia o imortal José Jurandir de Oliveira, pioneiro na literatura alagoana, autor de diversas obras e o principal idealizador da AMALAC – Academia Maribondense de Letras, Artes e Culturas.

Em 12 de Março de 2021, num dia ensolarado de sexta-feira, eis que nasce dentro da Biblioteca Santo Tomás de Aquino: um sonho, o legado advindo de um imortal. Uma reunião realizada naquele dia frutificou-se, dando, assim, início a um ambiente norteado de intelectuais. Ali cresceu, registrou-se no tempo, cujas páginas foram registradas nas memórias dos livros. Perpetuar-se-á, de vez, com implantação e inauguração no dia 24 de Agosto de 2021, a partir 16h, no cenário da emancipação política do município.

A academia é um espaço de valorização cultural, artístico e literário. É ocupado por pessoas que se destacam nesses aspectos, que corroboram incessantemente pela imortalidade das palavras, artes, músicas e etc. Nela nada morre, só vive. Vive em papel, eterniza-se na história.

No entanto, com o objetivo de mostrar inicialmente o planejamento das atividades acadêmicas, ensejou-se na I Antologia Maribondense de Escritores, Leitores e Convidados. Uma oportunidade inenarrável, única e ímpar. Isto porque não faz distinção temática, tampouco de gênero. Sendo possível inscrever quaisquer gêneros: contos, crônicas, fábulas, sonetos, cordeis, composição musical e etc. Deleite-se, brevemente, da I Antologia Maribondese.

Conforme descreve o estatuto, a academia tem 40 cadeiras, mas há como fazer parte também sendo membro correspondente, honorário e efetivo. Há de ser divulgado um edital. A academia será composta pelos seguintes membros fundadores Sebastiana Fernandes de Amorim, Dr. Silvio Nunes da Silva Júnior, Gilberto Cavalcante Montenegro Sobrinho, André J. Floriano dos Santos Silva, Pe. Alex Rufino da Silva, Temoteo Correia Santos, Carlas Emanuele Messias de Farias Costa, Dra. Elba Siqueira Gomes Fonseca, Jadson Vieira dos Santos, Roberta Feitosa, dentre outros.

“Assim nasceu a AMALAC”, antes uma ideia, agora uma realidade. Esse lugar é, antes de tudo, um celeiro da literatura, arte e cultura. Maribondo, Alagoas, é o local que nasceu e viveu José Jurandir de Oliveira. O “Poeta Sabiá” continua vivo em livros, mas, sobretudo, em corações.

Registros culturais nas memórias dos livros

Gigi Accioly

Holofote @gigiaccioly - Jornalista (MTB 1468AL), colunista social do Jornal Primeira Edição (impresso/online), editora-chefe e colunista da Revista Evidência Cosmopolita (AL), Colunista da revista evidencia.com (EVDCIA on line); ex-apresentadora de TV, "Programa Gente em Evidência" exibido pela TV EVDCIA, TV Alagoas (SBT) e TV Mar; publicitária. Membro da ALANE/AL - Academia de Letras e Artes do Nordeste Brasileiro (Núcleo Alagoas); Comendadora (Comenda Professor Doutor Sebastião Palmeira (instituída pela Academia Maceioense de Letras). Diretora de planejamento da Tehron - Núcleo de Comunicação; assessora de imprensa e marketing, cerimonialista e mestre de cerimônias. Diretora de comunicação social da Soamar/AL. - Sociedade Amigos da Marinha de Alagoas; Diretora Regional em Alagoas da MBA - Mídia Brasil Associados; associada à FEBRACOS – Federação Brasileira de Colunistas Sociais. Colunista do extinto portal Ciro Batelli – Unique Style (SP e Las Vegas).

2 Comentários em “Registros culturais nas memórias dos livros

Marcos Carneiro
27 de julho de 2021 em 12:24

Parabéns, jornalista Gigi Accioly, Pórtico da beleza jornalística e social das Alagoas.

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Julieta Almeida
29 de julho de 2021 em 15:14

Parabéns!
Alagoas das Maravilhas!
Sucesso!

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