18 / 02 / 11

AíPod Comédia Musical

Depois de seu sucesso no musical Hairspray e na novela global Passione, a atriz Simone Gutierrez estreia na comédia AíPod, no teatro Nair Bello. No palco, ela interpreta Rita Londres. O ator e diretor Eduardo Berton encarna Paulinho Correia.
Rita e Paulinho comandam a rádio “Rádio”, uma emissora com atrações bizarras e muito engraçadas. “O texto é simples, dinâmico e hilário. Eu acredito que muitas pessoas vão se identificar com as personagens”, aposta Simone

AíPod é uma comédia em que a banda chamada AíPod (cujos vocalistas são Simone e Eduardo) toca trechos, ao vivo, e em formato acústico, dos grandes sucessos da vida dos dois locutores excêntricos (Rita e Paulinho).
“Impossível não se divertir dentro e fora de cena”, conta Simone.

O espetáculo apresenta ao público um repertório recheado de sucessos nacionais e internacionais, de artistas como Tom Jobim, George Michael, Cindy Lauper, Lady Gaga, Beyoncé e das bandas Queen, Titãs e Barão Vermelho, entre outros.
Além da peculiar trilha sonora, o público vai se divertir assistindo a programas como Fala que eu te esmurro, As + + idênticas e Hit Parei!.

Segundo Gutierrez, o espetáculo se completa em todos os sentidos. “Tudo está em conjunção: texto, atores, músicos… Isso faz com que a peça seja uma delícia de fazer. Eu e o Edu escolhemos canções que de alguma forma nos remetem a sentimentos especiais”. Mas, o show não para por aí! A dupla imaginou dar ao espetáculo ainda mais dinamismo e interação com a plateia. A montagem inclui três telões, duas câmeras e um VJ/ DJ, responsáveis pelas projeções ao vivo e intervenções que Edu e Simone fazem durante a programação da rádio “Rádio”.
“A ideia embrionária era fazer teatro, com uma banda ao vivo, que mostrasse nossas qualidades musicais e vocais, mas que ao mesmo tempo fosse engraçado. Seria um stand up musical. Isso, no nosso entendimento já era uma tentativa de inovação, já que habitualmente não vemos stand ups acompanhados de bandas. Também queríamos uma “amarração dramatúrgica”, calcada no humor”, explica Eduardo.

Conforme ele, o desafio maior é justamente transitar entre os dois planos (a rádio e a banda) de maneira verossímil. “Isso, porque temos de destacar bem a diferença entre os locutores/ personagens e os atores, que cantam e imprimem suas personalidades artísticas”, finaliza.