24 de outubro de 2011

Katorga!

Por José Carlos Paiva Bruno (OABRJ 73304)
Imagem: divulgação

Prisão do pensamento… Liberdade sede clausura de torres, quais pecaminosos amores.
Assim sabores de em pecado que não acontece, matando o perdão antecede à prece…
Então esquece, ou farão esquecer, tribunais de um conluio ameaçador, apressados no erro intérprete do galanteio enfermo… Afirmo no arrimo do que rimo: sempre sorrindo!
Melhor maneira de morrer dormindo…
Existem momentos em que grupos conspiram… Napoleão dizia que assembléias – especialmente plebéias – apaixonam-se demasiadamente rápido… Suficientemente ácido; corrosivo dum comércio trágico… Olhando para o justo como larápio, invasor de seu átrio, possível corda da sua latrina… Eliminem a rima!
Fechando a cortina, ergástulo do palco… Engasgo, postulo póstumo: assim em Fedor maior, nota em dó daquele Dostoievski mor! Mas ora o tempo escava a poeira, trazendo de volta a liteira, envolta de esquecimento criado pelo cimento, ciumento pó em que retornaremos… Vênus? Metralha risada que me dá rajada… Medalha do nada! Sun Tzu deveria ter dito, não seja tão Benedito, são eles; as “bolas da vez”… Afinal quase ninguém conhece Sir Fleming, oposição multidão notória Führer Hitler… Redibitória estória em sermos conhecidos não pelo bem que fazemos, mas pelo mal que podemos causar… Ousar! Diga àquele Lênin judeu oculto… Evicta memória…  Algo mais do algoz Stalin estulto, vetusto tirano tira indulto…
Outro agente do perigo… Apenas laico atrevido… Nada que milhões de mortes não façam afogar em sangue… Mangue maldito! Afinal os comunistas fazem do Führer um amador.
Invicto, vou caminhando quase a guiar, parando em cada esquina; procurando a cafetina… Vendedora de ilusões, de cordéis e sermões, decibéis momentos anônimos anões, lógica enóloga! Análoga estróina do Orçamento, réis dos canhões…

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